livros


Pra não perder o costume, vou ver filmes velhos na Mostra Internacional de Cinema. Um já foi: Fanny e Alexander, do sueco Ingmar Bergman, filme de 1982. Tipo, eu tava nascendo e o filme nos cinemas. Enfim, foi ótimo, nem percebi que foram três horas de filme e eu bem quero ver a versão de cinco horas que foi feita só pra televisão e está disponível em DVD. Depois de ver um filme belga bizarro meio largado no mundo, foi interessante ver uma narrativa tão bem construída. Hahaha, me senti falando isso, né. Mas é verdade, juro! Uma coisa legal foi que levaram um especialista na obra do Bergman pra falar um pouco sobre o filme e sobre os temas que norteiam a história. No fim da explanaçãozinha, o moço ainda deu uma pedra da ilha onde Bergman se isolou pra um ser que respondeu um miniquiz. Uhu.

No domingo, o filme da vez será O Homem que Ri, do alemão Paul Leni. Entre tudo que está passando na Mostra que eu quero ver, esse é o mais esperado, de verdade. Sou absurdamente louca pra ler o livro homônimo do Victor Hugo em que ele é baseado. De modo resumido, o filme conta a história de Gwynplaine, um palhaço beeem famoso. Quando menino, ele teve seu pai assassinado pelo rei x da Inglaterra (ok, não lembro qual) e, logo em seguida, é entregue aos Comprachicos, um grupo de ciganos que deforma crianças pra ganhar dinheiro exibindo-as em feiras e circos. Sabe-se lá por que motivo, ele é abandonado por esse povo e acaba encontrando um outro grupo x que fica com ele e tudo o más. A história goes on and on, mas eu não sei de muitos detalhes. Sei apenas que o filme é bem bom, hohoho.

Ah, random fact: li em algum lugar da internet que saiu desse filme a inspiração para o Bob Kane criar o Coringa. Why so serious, afinal de contas?

Essa dica é para quem está pensando em fazer uma viagem para fora do país e quer saber tudinho sobre a cidade em que vai passear (ou morar, quem sabe!). Os Guias Visuais de Bolso, lançados pela Publifolha, são para lá de úteis pra esses casos. Práticos, eles reúnem as principais atrações de cada cidade e, melhor, vêm com um mapa desdobrável para você se localizar onde quer que esteja. Outras coisinhas úteis: manual de sobrevivência com informações para casos de emergência, minidicionário com as frases que você vai usar mais e muitas imagens (afinal, ele é visual!). Super recomendo! Mesmo que existam outros guias mais completos por aí, esse vale a pena pelas paisagens das cidades.
Berlim, Madri, Praga, Sydney, Londres, Nova York, Paris e Roma são as contempladas com seus próprios guias, e você encontra todos nas melhores livrarias da sua cidade ou pelo televendas 0800-140090!
  
Vai lá: Guia Visual de Bolso (Berlim / Madri / Praga / Sydney / Londres / Nova York / Paris / Roma)
Autor: Dorling Kindersley
Editora: Publifolha
Preço sugerido de R$ 19,90

new books

Esse post era pra falar das adições literárias mais recentes à minha biblioteca pessoal, como dizia um professor, mas, por algum motivo, eu atrasei horrores. É, porque esses livros foram comprados em fins de março, começo de abril, mais ou menos. O pior é que tantos outros vieram depois que eu não dei conta de ler tudo ainda. Sou viciada em livros, em pegá-los, virar as páginas, sentir a textura do papel, folhear bastante… Só depois disso eu começo a ler mesmo. Sim, eu sou um pouco tresloucada, mas o fato é que, lá em casa, sempre fomos obcecados por livros. Podemos ficar séculos sem comprar CDs e DVDs, por exemplo, mas é muito difícil a família se manter longe das livrarias por um mês.
Enfim, mesmo muito atrasada, vou falar um pouquinho desses livros que são (ou parecem ser) bem legais.

A moda e seu papel socialClasse, gênero e identidade das roupas
Diana Crane

Na realidade, esse livro foi um presente da irmã da mulher do meu pai. Não consegui ler nada dele, então, só posso imaginar que ele fale sobre o papel social da moda. Duh. =p
Enfim, embora eu me interesse por moda e pelas discussões a seu respeito, eu tenho andado bem mais focada em crafts e coisas do gênero. Por isso, quase tudo que não tem a ver com algum tipo de craft tem ficado meio de lado, no momento.

 

Doodle Stitchingfresh & fun embroidery for beginners
Aimee Ray

Nunca pensei que bordar pudesse ser tão divertido e produzir coisas tão legais. Aprendi quando era pequena e comecei a fazer meu paninho de amostras, mas me enchi logo. Anos depois, comecei a ver coisas legais na internet e fui atrás pra ver quem fazia, como fazia e tudo o mais. Resultado: me apaixonei! Comprei esse livro porque gosto dos designs da Aimee Ray e porque o livro traz um guiazinho com pontos básicos bem legal. Os projetos não são exatamente o que eu quero fazer, mas são ótimos pra inspiração, mesmo. Recomendo beeeem!

The Crafter’s Companiontips, tales, and patterns from a community of creative minds
Vários

Livro lindo e bem útil! Nele, vários crafters falam sobre suas experiências, inspirações, trabalho e produtos. É legal porque você fica entendendo um pouquinho mais sobre gente ótima como Amy Karol (Angry Chicken), Myra Masuda (My Little Mochi) e Hillary Lang (Wee Wonderfuls). Gostei bastante dos projetos, também, embora tenha pensando em várias coisinhas que poderiam ser diferentes pra ficar mais do meu jeito.

The Crafter Culture Handbook
Amy Spencer

Assim, esse livro é, indubitavelmente, um dos meu favoritos de todos os tempos na área de crafts. Fala sério, né. Onde mais você consegue aprender como fazer um chapéu de tricô, porta-copos, lip balm, bolsas, um porta-laptop e, ainda por cima, descobre como transformar uma máquina de escrever em um teclado que funciona com seu computador? Juro que nesse livro tem todas essas coisa e MUITO mais. É projeto que não acaba mais e você fica perdidinha pensando no que vai fazer primeiro. Sério, é bem um daqueles livros que não dá pra não ter!